Levantar o braço, pentear o cabelo, dormir sobre o lado que dói. Quando o ombro trava nesses movimentos, a rotina inteira muda. A dor no ombro pode vir do tendão, da bursa, da articulação ou até da cervical, e cada origem pede um tratamento diferente. A Dra. Francine Berlesi identifica a causa antes de tratar, com foco em resolver sem cirurgia.


O ombro é uma das articulações que mais chega ao consultório com dor persistente, quase sempre depois de meses de tentativa e erro. Com pós-graduação em Medicina da Dor pelo Hospital Albert Einstein, ela recebe muitos pacientes que já fizeram fisioterapia sem resultado ou que saíram de uma consulta com a cirurgia como única opção. O tratamento combina medicação, infiltração, agulhamento seco e acompanhamento contínuo. Atendimento presencial em Porto Alegre e por telemedicina para todo o Brasil.

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Katia Goulart de CastroTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Muito atencioso e resolveu meu problema com as dores e minha obesidade![]()
Andre Bastos camposTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Depois de passar por varios médicos durante 6 anos de dor , encontro a Dr Francine, excelente profissional atenciosa e dedicada realmente ama o que faz merece todo o sucesso.![]()
Carla Luciane Silva GuimarãesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
A dra. Francine é ótima, recomendo muito.![]()
Fernando TreinTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Adorei a Dra Francine , ela me deu respostas que eu procurava a anos e não tive de outros médicos. Estou feliz em ter encontrado ela!![]()
Marilene CarreñoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente, atende de forma empático e tranquila. Acolhimento com objetividade .![]()
Cezar OliveiraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
A doutora Francine Berlesi é muito legal. Domina o tema e é bem atenciosa![]()
genessi dalla vecchiaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Foi muito gratificante
O ombro é a articulação de maior movimento do corpo, e é isso que o deixa vulnerável. Dor no ombro não é diagnóstico, é sintoma, e tratar sem saber a origem é o motivo mais comum de a dor voltar. A Dra. Francine avalia primeiro, depois monta o plano: medicação, infiltração quando há indicação, agulhamento seco e orientação de reabilitação.

As causas mais comuns são tendinite do manguito rotador, bursite, capsulite adesiva (o ombro congelado) e artrose. A dor também pode nascer na cervical e ser sentida só no ombro. Como o tratamento muda conforme a origem, o primeiro passo é sempre identificar de onde a dor vem.
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Não. Esse é o padrão mais ligado à tendinite do manguito rotador, mas bursite, lesão de tendão e dor de origem cervical podem se manifestar do mesmo jeito. Cada estrutura responde a um movimento diferente, e é o exame clínico com testes específicos que separa uma coisa da outra. Por isso a avaliação presencial importa tanto.
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A bursa é uma bolsa que reduz o atrito entre tendão e osso. Quando inflama, a dor costuma ficar na lateral do ombro e tem uma marca característica: piora ao deitar sobre o lado afetado. É comum aparecer junto com tendinite. Responde bem a tratamento conservador, principalmente quando a dor é controlada antes da reabilitação.
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É o nome popular da capsulite adesiva. Aqui o sintoma principal não é só dor: é perda de movimento. O ombro enrijece aos poucos até um ponto em que nem outra pessoa consegue mover o braço até o fim. Evolui em fases e pode durar meses. Quanto antes for identificado, melhor o resultado do tratamento.
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Não. A maior parte dos casos responde a tratamento conservador bem conduzido: controle da dor, procedimentos minimamente invasivos quando indicados e reabilitação. A cirurgia tem indicações precisas. Se você recebeu indicação cirúrgica e quer entender as alternativas antes de decidir, essa avaliação faz parte do trabalho da medicina da dor.
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É a aplicação de medicação direto no ponto que gera a dor, dentro da articulação ou ao redor dela. Usa-se anestésico local e o desconforto costuma ser parecido com o de uma coleta de sangue. O procedimento é feito em consultório e você volta para casa no mesmo dia.
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Isso é mais comum do que parece e costuma significar uma de duas coisas: o diagnóstico não estava certo, ou a dor estava alta demais para a reabilitação funcionar. Controlar a dor primeiro é o que costuma destravar a fisioterapia. Os dois tratamentos são complementares, não concorrentes.
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Quando passa de três meses. A partir daí o sistema nervoso pode manter o sinal de dor mesmo depois de a lesão original ter melhorado, e o quadro exige uma abordagem diferente da fase aguda. É por isso que adiar a avaliação costuma tornar o tratamento mais longo.
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Não é obrigatório. Se você já tem raio-x ou ressonância, leve. Se não tem, a consulta começa pelo exame clínico e o pedido de imagem só é feito quando o resultado pode mudar a conduta. Exame não substitui avaliação: é comum haver alterações de imagem em ombros que não doem.
Falar SobrePós-graduada em Medicina da Dor pelo Hospital Albert Einstein
Formação em Medicina Interna pelo Hospital Moinho de Vento em Porto Alegre - RS
Médica pela PUC-RS
Curso de Infiltração guiada por ultrassom - Caio Rondon
Especialização em Atenção Básica pela UFSC
CRM/RS: 44212 - RQE: 39953

Dor no ombro não precisa virar rotina. Com o tratamento certo, dá pra levantar o braço sem medo.

