A dor neuropática acontece quando o próprio sistema nervoso está lesionado ou funcionando de forma anormal. É diferente de uma dor comum: em vez de sinalizar um problema no corpo, o nervo é o problema. Queimação, choques, formigamento, dormência que dói. São sensações que muitas vezes não respondem a analgésicos comuns. Aqui você vai entender o que causa esse tipo de dor, por que ela precisa de tratamento específico e como a Dra. Francine Berlesi conduz esses casos no consultório em Porto Alegre.


A dor neuropática é uma das condições mais complexas na medicina da dor, e uma das que mais se beneficia de tratamento especializado. A Dra. Francine Berlesi, com pós-graduação pelo Hospital Albert Einstein, sabe que essa dor não responde aos mesmos remédios que funcionam para outros tipos de dor. O tratamento exige medicação específica, ajuste cuidadoso e acompanhamento de perto. Atendimento presencial em Porto Alegre e por telemedicina para todo o Brasil.

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Katia Goulart de CastroTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Muito atencioso e resolveu meu problema com as dores e minha obesidade![]()
Andre Bastos camposTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Depois de passar por varios médicos durante 6 anos de dor , encontro a Dr Francine, excelente profissional atenciosa e dedicada realmente ama o que faz merece todo o sucesso.![]()
Carla Luciane Silva GuimarãesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
A dra. Francine é ótima, recomendo muito.![]()
Fernando TreinTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Adorei a Dra Francine , ela me deu respostas que eu procurava a anos e não tive de outros médicos. Estou feliz em ter encontrado ela!![]()
Marilene CarreñoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente, atende de forma empático e tranquila. Acolhimento com objetividade .![]()
Cezar OliveiraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
A doutora Francine Berlesi é muito legal. Domina o tema e é bem atenciosa![]()
genessi dalla vecchiaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Foi muito gratificante
Analgésicos comuns e anti-inflamatórios não funcionam bem para dor neuropática, porque o mecanismo da dor é outro. O tratamento usa medicações que atuam diretamente no sistema nervoso, como anticonvulsivantes, antidepressivos com ação analgésica e outras classes que modulam a transmissão de dor nos nervos. A Dra. Francine ajusta esse plano ao longo do tempo, porque cada paciente responde de um jeito e o equilíbrio entre alívio e efeitos colaterais exige atenção.

É uma dor causada por lesão ou disfunção no sistema nervoso. Em vez de o nervo avisar que algo no corpo está errado, o próprio nervo gera dor. As sensações típicas são queimação, choques, formigamento e dormência dolorosa. Analgésicos comuns raramente resolvem, porque o mecanismo é diferente de uma dor inflamatória ou muscular.
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Alguns sinais: a dor parece queimação ou choque elétrico, aparece numa região com dormência ou formigamento, piora ao toque leve (como o roçar de um tecido), e não melhora com anti-inflamatórios. Esses padrões sugerem componente neuropático, mas o diagnóstico precisa ser confirmado em consulta com uma médica especialista em dor.
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As medicações pra dor neuropática geralmente levam algumas semanas pra fazer efeito completo, porque as doses são aumentadas aos poucos pra minimizar efeitos colaterais. Não é como tomar um analgésico e sentir alívio em meia hora. O processo exige paciência, mas a maioria dos pacientes percebe melhora dentro do primeiro mês de ajuste.
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Porque a dor neuropática não vem de inflamação. Ela vem de nervos que estão disparando sinais de dor por conta própria. O tratamento usa medicações que atuam no sistema nervoso central, modulando a forma como esses sinais são transmitidos e processados. É uma farmacologia diferente.
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Depende da causa. Quando o nervo foi parcialmente lesionado, pode haver recuperação. Quando a lesão é permanente (como em neuropatia diabética avançada), o foco é controlar a dor e manter qualidade de vida. Em ambos os casos, o tratamento especializado faz diferença no dia a dia.
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Diabetes (neuropatia diabética), herpes-zóster (neuralgia pós-herpética), lesões na coluna, cirurgias prévias que danificaram nervos, quimioterapia e algumas doenças autoimunes. Às vezes a causa não é identificada com clareza, mas o tratamento da dor pode ser feito mesmo assim.
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Com medicação específica para dor neuropática (anticonvulsivantes, antidepressivos com ação analgésica e, quando necessário, outras classes), ajustada de forma gradual. Em alguns casos, agulhamento seco pode ajudar a tratar componentes musculares que se somam à dor neuropática. O acompanhamento é contínuo, porque os ajustes de dose e combinação fazem parte do processo.
Falar SobrePós-graduada em Medicina da Dor pelo Hospital Albert Einstein
Formação em Medicina Interna pelo Hospital Moinho de Vento em Porto Alegre - RS
Médica pela PUC-RS
Curso de Infiltração guiada por ultrassom - Caio Rondon
Especialização em Atenção Básica pela UFSC
CRM/RS: 44212 - RQE: 39953

Dor nos nervos exige tratamento especializado. O alívio começa com o diagnóstico certo.

