Tratamento para Dor de Cabeça e Enxaqueca em Porto Alegre

Enxaqueca não é uma dor de cabeça comum. É uma doença neurológica que pode durar horas ou dias, travar a rotina e fazer com que coisas simples como luz e barulho se tornem insuportáveis. Quem tem enxaqueca sabe que não basta tomar analgésico e esperar passar. Aqui você vai entender o que diferencia a enxaqueca de outras dores de cabeça, quais tratamentos existem para reduzir as crises e como a Dra. Francine Berlesi conduz esses casos no consultório em Porto Alegre. Se as crises já estão controlando a sua vida, vale agendar uma avaliação.

Dra. Francine Berlesi avaliando paciente com enxaqueca no consultório em Porto Alegre

A enxaqueca é uma das condições em que a Dra. Francine Berlesi tem mais experiência clínica. Com pós-graduação em Medicina da Dor pelo Hospital Albert Einstein, ela conhece a fundo os mecanismos por trás das crises e sabe que cada paciente precisa de um plano diferente. O objetivo não é só tratar a dor quando ela aparece, é fazer com que as crises venham menos vezes e com menos intensidade. Atendimento presencial em Porto Alegre e por telemedicina para todo o Brasil.

Tratamento de Enxaqueca em Porto Alegre

Mesmo se não existir uma cura definitiva, existe sempre um tratamento preventivo que reduz a frequência e a intensidade das crises. A Dra. Francine trabalha com medicação profilática ajustada ao caso, bloqueios anestésicos para dor de cabeça e botox terapêutico em casos de enxaqueca crônica. O plano é montado na consulta, depois de entender o padrão das crises, os gatilhos e o que já foi tentado antes.

Qual a diferença entre enxaqueca e dor de cabeça comum?

A dor de cabeça comum (cefaleia tensional) costuma ser leve a moderada, dos dois lados da cabeça, e passa com analgésico. A enxaqueca é mais intensa, geralmente pulsa de um lado só e causa náusea, sensibilidade à luz e ao som. Pode durar de 4 horas a 3 dias. São condições diferentes e o tratamento também é diferente.

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Como funciona o tratamento preventivo?

O objetivo é reduzir o número de crises antes que elas aconteçam. A Dra. Francine usa medicação profilática (todo dia, não só na crise) e, quando indicado, bloqueios anestésicos ou botox terapêutico. O tipo depende da frequência e intensidade das crises. O ajuste é feito ao longo das consultas de acompanhamento.

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Com que frequência a enxaqueca precisa acontecer pra eu procurar um especialista?

Se você tem mais de quatro crises por mês, se as crises duram mais de um dia ou se a dor já não responde aos analgésicos que você costuma usar, é hora de procurar. Mas mesmo com crises menos frequentes, se a enxaqueca está atrapalhando o trabalho, o sono ou o convívio, vale uma avaliação.

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Minha enxaqueca piora antes da menstruação. Isso é normal?

Sim, muitas mulheres percebem um aumento das crises devido às oscilações hormonais. Existem estratégias específicas para esses casos, que podem reduzir a frequência e a intensidade da dor.

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Enxaqueca é hereditária?

A predisposição tem um componente genético, e é comum que familiares também tenham a doença. Mas isso não significa que você precisa sofrer com as crises. O tratamento adequado reduz a frequência e a intensidade da dor, independente do histórico familiar.

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O que é bloqueio para dor de cabeça?

É a aplicação de anestésico em pontos específicos da cabeça e do pescoço para interromper o ciclo de dor. O procedimento é feito no consultório, dura poucos minutos e pode trazer alívio já nas primeiras horas. É indicado tanto para crises agudas quanto como parte do tratamento preventivo.

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Botox trata enxaqueca?

Sim. O botox terapêutico é aprovado para enxaqueca crônica (15 ou mais dias de dor por mês). A aplicação é feita em pontos específicos da cabeça e pescoço a cada três meses, e reduz tanto a frequência quanto a intensidade das crises. Não é estético — é um tratamento médico com protocolo definido.

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Existe tratamento para enxaqueca na gravidez?

Sim! Apesar das restrições ao uso de alguns medicamentos durante a gestação, há opções seguras para controle da dor. Cada caso deve ser avaliado individualmente.

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Preciso parar de tomar meus remédios atuais antes da consulta?

Não. Leve a lista de tudo que você usa, inclusive analgésicos por conta própria. Saber o que já foi tentado ajuda a Dra. Francine a montar o plano certo. Se algum ajuste precisar ser feito, ela orienta na própria consulta.

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Sobre a Dra. Francine Berlesi

AVALIAÇÕES MÉDIAS DO GOOGLE
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Pós-graduada em Medicina da Dor pelo Hospital Albert Einstein

Formação em Medicina Interna pelo Hospital Moinho de Vento em Porto Alegre - RS

Médica pela PUC-RS

Curso de Infiltração guiada por ultrassom - Caio Rondon

Especialização em Atenção Básica pela UFSC

CRM/RS: 44212 - RQE: 39953

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