A dor pélvica crônica é uma dor persistente na região do baixo ventre (pé da barriga) que dure mais de seis meses. Afeta principalmente mulheres e, na maioria dos casos, já passou por vários consultórios antes de chegar a um diagnóstico. Ginecologista, urologista, gastro, e ninguém encontra nada conclusivo. Aqui você vai entender o que pode estar por trás dessa dor, por que ela é tão difícil de diagnosticar e como a Dra. Francine Berlesi trata essa condição em Porto Alegre. Se você convive com essa dor e sente que ninguém soube te explicar o que está acontecendo, essa página é pra você.


A dor pélvica crônica é uma das condições mais subdiagnosticadas da medicina. Muitas mulheres convivem com essa dor durante anos sem respostas. A Dra. Francine Berlesi, com pós-graduação em Medicina da Dor pelo Hospital Albert Einstein, investiga a origem da dor com cuidado e monta um tratamento individualizado. Como médica da dor e mulher, ela entende o peso que essa queixa carrega quando não é levada a sério. Atendimento presencial em Porto Alegre e por telemedicina para todo o Brasil.

Marilene Vieira CarvalhoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Minha experiência foi muito boa na primeira consulta, a profissional demonstrou profundo conhecimento na área espero após os exames solicitados consigo uma boa resposta para meu problema. MPSGomesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelente atendimento, consulta levou em torno de uma hora, foi possível construir todo um histórico, o que faz toda diferença para entender o problema e montar um protocolo medicamentoso. Em 24h, minha mãe já apresentou sensível melhora, o fará da Dra. Francine sua médica de referência a partir de agora. Vanessa QuinsaniTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excepcional! A Dra. além de muito simpática e atenciosa, é muito tranquila, explica tudo muito bem, se interesse pelo seu caso, te ajuda no que precisar. Adorei a consulta e recomendo muito. Vale a pena. Cristiane GarciaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A Dra Francine e sua equipe foram atenciosos conosco desde o primeiro momento, querendo entender o caso da minha mãe e como melhor poderia ajudar. Isso foi um grande diferencial na nossa escolha e decisão. Além disso, a Dra é um amor e dedica muita atenção e tempo pra conseguir explicar todas as implicações dos tratamentos. Guilherme ZukermanTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Sensacional, Francine demonstra grande conhecimento e passa muita segurança. André GomesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Adorei o atendimento da doutora, ela explicou tudo com muita paciência, de forma clara. E me deu vários exames para descobrir a real situação do meu problema. Nota 10 Débora AlvesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A Dra. Francine é uma excelente profissional. Dedicada, atenciosa e muito preocupada no bem estar do paciente. Olivia Fruet GoncalvesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A minha experiência com a Dra Francine foi e está sendo a melhor possível. Na consulta foi incrível, acolhedora e atenciosa e agora com o decorrer dos dias tem prestado total apoio, sempre disponível para dúvidas. Ainda estou no começo do meu tratamento mas só de passar 2 dias sem sentir dores de cabeça e sem tomar analgésicos já sinto um grande alívio e isso é graças a dra. Paula OjedaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dra Francine cuida de mim e da minha família há muitos anos da melhor forma possível! Confio nela de olhos fechados! Mariano Alves dos SantosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Levei minha mãe para uma consulta com a Dra. Francine e fomos muito bem atendidos. Ela foi extremamente gentil, demonstrou muito cuidado e profundo conhecimento. Explicou tudo com muita clareza e paciência, o que nos transmitiu muita segurança. Excelente profissional.
As causas são variadas e podem se sobrepor: endometriose, tensão na musculatura do assoalho pélvico, síndrome do intestino irritável, neuropatias, aderências cirúrgicas. Às vezes, mais de um fator contribui ao mesmo tempo. O papel da médica da dor é olhar para esse quadro como um todo e montar um plano que trate a dor de verdade, não só os sintomas isolados. A consulta é o primeiro passo para entender o que está acontecendo.

É uma dor na região do baixo ventre que persiste por mais de seis meses, contínua ou intermitente. Pode piorar durante a menstruação, na relação sexual ou ao urinar. Afeta principalmente mulheres e costuma ter mais de uma causa envolvida ao mesmo tempo, o que dificulta o diagnóstico.
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Endometriose, tensão no assoalho pélvico, síndrome do intestino irritável, cistite intersticial, aderências de cirurgias anteriores e neuropatias pélvicas. Em muitos casos, as causas se sobrepõem. É por isso que a avaliação precisa ser feita por alguém que enxergue o quadro inteiro, não só uma parte.
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Dor pélvica pode ter origem ginecológica, urológica, intestinal, muscular ou nervosa, e muitas vezes mais de uma ao mesmo tempo. Os especialistas olham para suas áreas e, com os exames "normais", a paciente sai sem resposta. A médica da dor tem o olhar treinado para conectar esses pontos.
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Pode. A dispareunia (dor durante o ato sexual) é um dos sintomas mais relatados por mulheres com dor pélvica crônica. Pode ter origem muscular, nervosa ou estar ligada a condições como endometriose. É um sintoma que merece investigação, não normalização.
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Se já tem exames recentes (ultrassom, ressonância, exames laboratoriais), leve tudo. Se não tem, a Dra. Francine avalia na consulta o que faz sentido solicitar. Muitas vezes, o diagnóstico depende mais da avaliação clínica do que de exames de imagem.
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Podem, embora seja menos frequente. A dor pélvica crônica masculina está geralmente associada à prostatite crônica ou tensão muscular no assoalho pélvico. A Dra. Francine também avalia esses casos.
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Ela começa com uma consulta detalhada para reconstruir o histórico da dor: quando começou, o que piora, o que já foi investigado e quais tratamentos já foram tentados. O plano pode incluir medicação para modular a dor, agulhamento seco na musculatura pélvica e abdominal, e orientação para fisioterapia do assoalho pélvico. Tudo sem cirurgia.
Falar SobrePós-graduada em Medicina da Dor pelo Hospital Albert Einstein
Formação em Medicina Interna pelo Hospital Moinho de Vento em Porto Alegre - RS
Médica pela PUC-RS
Curso de Infiltração guiada por ultrassom - Caio Rondon
Especialização em Atenção Básica pela UFSC
CRM/RS: 44212 - RQE: 39953

Sua dor merece ser investigada. O primeiro passo é encontrar quem te ouça de verdade.

